5.6.18

Cartilha: Ecoinovação nos Pequenos Negócios

Pensar em ecoinovação significa um redirecionamento no olhar do empresário para além dos muros da própria empresa. É ser capaz de antecipar possíveis riscos e transformá-los em oportunidades para inovação, ganhos de produtividade e, consequente-mente, de competitividade.

Ecoinovação é o nome que se dá à estratégia empresarial que tem a sustentabilidade como inspiração para seu modelo de negócios. Como qualquer outra estratégia de inovação - de produto, processo ou serviços, a ecoinovaçao visa alcançar uma maior competividade empresarial, porém leva em conta também ganhos sociais e ambientais que possam ser agregados à estratégia competitiva, conferindo àquele que a utiliza uma inserção diferenciada no mercado.

A publicação, intitulada Ecoinovação nos pequenos negócios, é uma adequação da metodologia desenvolvida pela ONU Meio Ambiente para o contexto dos empresários brasileiros, e reúne um conjunto de informações necessárias à implementação da ecoinovação na gestão empresarial, evidenciando como a sustentabilidade pode se transformar em uma vantagem competitiva e um fator de diferenciação no mercado. 

Acesse a cartilha Ecoinovação nos Pequenos Negócios - ONU/Sebrae 2017 clique aqui

3.6.18

Lançamento: Manual de Sinalização de Trilhas

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou, por meio da Portaria nº 523 (publicada na edição de 28/5, do Diário Oficial da União), o Manual de Sinalização de Trilhas para Unidades de Conservação Federais. O manual apresenta os tipos de sinalização de trilhas (de entrada, percurso, destino, distância percorrida, educativa, etc), instruções para sinalização (simbologia, percursos sobre o mesmo leito, trilhas de uso múltiplo, técnicas para aplicação da sinalização) e conceitos básicos de planejamento de trilhas.

A proposta é que a sinalização seja realizada de forma simples e com baixo custo, sendo acessível a qualquer unidade de conservação.

Acesse o Manual de Sinalização de Trilhas - ICMBio 2018 clique aqui

Fonte: ICMBio

Lei 13.668/2018 - Compensação Ambiental

LEI Nº 13.668, DE 28 DE MAIO DE 2018

Altera as Leis nos 11.516, de 28 de agosto de 2007, 
7.957, de 20 de dezembro de 1989, e 
9.985, de 18 de julho de 2000, 
para dispor sobre a destinação e a aplicação 
dos recursos de compensação ambiental e
 sobre a contratação de pessoal por tempo 
determinado pelo Instituto Brasileiro do Meio 
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis 
(Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de 
Conservação da Biodiversidade (Instituto Chico Mendes).


O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o A Lei nº 11.516, de 28 de agosto de 2007, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 14-A, 14-B e 14-C:

“Art. 14-A. Fica o Instituto Chico Mendes autorizado a selecionar instituição financeira oficial, dispensada a licitação, para criar e administrar fundo privado a ser integralizado com recursos oriundos da compensação ambiental de que trata o art. 36 da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, destinados às unidades de conservação instituídas pela União.

§ 1º A instituição financeira oficial de que trata o caput deste artigo será responsável pela execução, direta ou indireta, e pela gestão centralizada dos recursos de compensação ambiental destinados às unidades de conservação instituídas pela União e poderá, para a execução indireta, firmar contrato com instituições financeiras oficiais regionais.

§ 2º O depósito integral do valor fixado pelo órgão licenciador desonera o empreendedor das obrigações relacionadas à compensação ambiental.

§ 3º A instituição financeira oficial de que trata o caput deste artigo fica autorizada a promover as desapropriações dos imóveis privados indicados pelo Instituto Chico Mendes que estejam inseridos na unidade de conservação destinatária dos recursos de compensação ambiental. 

§ 4º O regulamento e o regimento interno do fundo observarão os critérios, as políticas e as diretrizes definidas em ato do Instituto Chico Mendes.

§ 5º A autorização prevista no caput deste artigo estende-se aos órgãos executores do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.”

“Art. 14-B. Os valores devidos a título de compensação ambiental, nos termos do art. 36 da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, serão atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) a partir da data de fixação da compensação ambiental pelo órgão licenciador.”

“Art. 14-C. Poderão ser concedidos serviços, áreas ou instalações de unidades de conservação federais para a exploração de atividades de visitação voltadas à educação ambiental, à preservação e conservação do meio ambiente, ao turismo ecológico, à interpretação ambiental e à recreação em contato com a natureza, precedidos ou não da execução de obras de infraestrutura, mediante procedimento licitatório regido pela Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995.

§ 1º O edital da licitação poderá prever o custeio pelo contratado de ações e serviços de apoio à conservação, à proteção e à gestão da unidade de conservação, além do fornecimento de número predefinido de gratuidades ao Instituto Chico Mendes e de encargos acessórios, desde que os custos decorrentes dos encargos previstos no edital sejam considerados nos estudos elaborados para aferir a viabilidade econômica do modelo de uso público pretendido.

§ 2º As gratuidades definidas em edital deverão ser utilizadas com o objetivo de promover a universalização do acesso às unidades de conservação, incentivar a educação ambiental e integrar as populações locais à unidade de conservação.

§ 3º Será dispensado o chamamento público para celebração de parcerias, nos termos da Lei nº 13.019, de 31 de julho de 2014, com associações representativas das populações tradicionais beneficiárias de unidades de conservação para a exploração de atividades relacionadas ao uso público, cujos recursos auferidos terão sua repartição definida no instrumento de parceria.

§ 4º O ato autorizativo exarado pelo órgão gestor da unidade de conservação para a instalação e operação das atividades de que trata o caput deste artigo dispensa, com a anuência do Ibama, outras licenças e autorizações relacionadas ao controle ambiental a cargo de outros órgãos integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), exceto quando os impactos ambientais decorrentes dessas atividades forem considerados significativos ou ultrapassarem os limites territoriais da zona de amortecimento.”

Art. 2º O art. 12 da Lei nº 7.957, de 20 de dezembro de 1989, passa a vigorar com as seguintes alterações: 

“Art. 12. O Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Instituto Chico Mendes) ficam autorizados a contratar pessoal por tempo determinado, não superior a 2 (dois) anos, admitida a prorrogação dos contratos por até 1 (um) ano, vedada a recontratação pelo período de 2 (dois) anos, para atender os seguintes casos:

I - prevenção, controle e combate de incêndios florestais;
.............................................................................................
III - controle e combate de fontes poluidoras imprevistas e que possam afetar a vida humana, a qualidade do ar e da água, a flora e a fauna;
IV - apoio em ações de conservação, manejo e pesquisa de espécies ameaçadas ou que possuam Plano de Ação Nacional, em caráter auxiliar;
V - apoio a projetos de preservação, uso sustentável, proteção e apoio operacional à gestão das unidades de conservação, em caráter auxiliar;
VI - apoio à identificação, à demarcação e à consolidação territorial de unidades de conservação; e
VII - apoio a ações de uso sustentável, monitoramento, manejo e pesquisa de espécies nativas de interesse econômico, em caráter auxiliar.” (NR)

Art. 3º O art. 36 da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, passa a vigorar acrescido do seguinte § 4º:

“Art. 36. .......................................................................
.............................................................................................
§ 4º A obrigação de que trata o caput deste artigo poderá, em virtude do interesse público, ser cumprida em unidades de conservação de posse e domínio públicos do grupo de Uso Sustentável, especialmente as localizadas na Amazônia Legal.” (NR)

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Brasília, 28 de maio de 2018; 197o da Independência e 130o da República. 

MICHEL TEMER
Claudenir Brito Pereira
Edson Gonçalves Duarte

15.5.18

RB Ambiental: inclusão digital

O Portal RB Ambiental agora conta com a ferramenta Audima - tecnologia com base em inteligência artificial para converter conteúdos escritos em áudio, com leitura natural dos textos. A tecnologia é aliada das pessoas com deficiência e a evolução de recursos, aplicativos e dispositivos amplia a inclusão digital. 


Para ouvir qualquer conteúdo do Portal RB Ambiental, siga os passos abaixo:

1 - Clique no título de qualquer notícia.

2 - Clique no botão Play, conforme a figura abaixo.









Obs.: utilize os navegadores Google Chrome ou Mozilla Firefox.

Fonte: Audima

Lançamento: Manual de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais do DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal - Adasa lançou o Manual de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas do Distrito Federal. O objetivo deste Manual é apresentar critérios para estudos de concepção e projetos de sistemas de drenagem no Distrito Federal dentro de uma visão integrada do manejo das águas pluviais.

Com esse propósito, o Manual indica diretrizes tanto para a ampliação do sistema de drenagem, em consonância com a expansão urbana, como para a adequação do sistema de drenagem existente em áreas já urbanizadas e sujeitas a alagamentos e inundações.

Acesse o Manual de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas do Distrito Federal - Adasa/Unesco, 2018 clique aqui (PDF) ou clique aqui (Revista Digital)

Fonte: Adasa

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